Pug

Pug
Outubro 9, 2014 AlexKB

Origem da raça

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O Pug é de origem chinesa e teve como primeiros proprietários os imperadores da China, vivendo protegido dentro dos palácios imperiais. Nessa época (aproximadamente 700 a.C.) não existia o Pug como é visto hoje em dia e sim seus ancestrais de cara achatada chamados de Lo-Chiang-Sze ou só “Lo-sze”

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(que parecem ser os ancestrais de outras raças de cara achatada, como o Pequinês) que no início do século XIX era a tradução chinesa para Pug.

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As principais características dos Lo-sze são: a pelagem curta e a elasticidade da pele – dois aspectos marcantes do Pug e atípicos dos Pequineses. Além disso, o aspecto mais desejado era a “Marca do Príncipe”, formada por rugas na testa com uma barra vertical, imitando a letra chinesa que significava “príncipe”.

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O PUG chega à Europa
Os Pugs ingleses desenvolveram-se principalmente a partir de duas linhagens, Willoughby e Morrison, criadas por volta de 1846. Cada uma desenvolveu características marcantes e consistentes, e foram concorrentes por muitos anos. ;
A linhagem Willoughby foi desenvolvida pelo Lord Willoughby D’Eresby, e é responsável pela pelagem mesclada com fios pretos, que os fawns (dourados) mais escuros apresentam hoje, e também pelo corpo mais esguio e pernas mais longas. Os Pugs “Mops” e “Nell” foram os mais importantes desta linhagem.

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A linhagem Morrison, ao contrário, desenvolveu as colorações mais claras (abricot), como o abricot-fawn, com pelagem mesclada com fios castanhos em vez de pretos, e cães mais fortes e compactos, mais semelhantes com o padrão atual da raça. Os Pugs “Punch” e “Tetty” foram os mais importantes desta linhagem. ;
O Pug sempre foi tido como animal de estimação da nobreza e alta sociedade, sua trajetória remonta os episódios com Napoleão Bonaparte, Maria Antonieta, o Príncipe de Orange Willian the Silent e mais recentemente com o Duque de Windsor. Sem o aviso de um pequeno Pug, Willian teria morrido nas mãos dos espanhóis. O latido de alerta do cão avisou sobre a invasão e salvou uma vida real. O Pug tornou-se o cão oficial da corte, e o túmulo de Willian exibe, além dele, seu querido cão de estimação.

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Na Inglaterra

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Willian e Mary levaram pugs para a Inglaterra em 1688. Pouco depois os cortesãos Ingleses e seu parentes se apaixonaram pela raça, tornando-se então cãezinhos de estimação da alta sociedade.

Na América:

Os pugs chegaram aos EUA após o fim da guerra civil Americana. Em 1885 os pugs já podiam ser vistos por todo o país. Em 1931 criadores e apaixonados pela raça, na Costa Leste, fundaram o clube “ Pug Dog of America” e em 1 de dezembro do mesmo ano o clube foi reconhecido pelo American Kennel Club.

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No Brasil

No Brasil os 1º exemplares chegaram na década de 50, mas não houve um grande desenvolvimento da criação. Somente nos anos 80 é que o n.º de importações começou a ser mais significativo e a criação brasileira ganhou maior qualidade, sendo que no final dos anos 90, com o aparecimento de uma Pug na novela das 20hs da Globo, que atendia por Inès, a raça começou a conquistar um número bem maior de admiradores no Brasil, pois seu carisma encantou o público desde as crianças até os adultos. E apesar de ter ficado na moda de uma hora para a outra, a qualidade da criação brasileira está melhorando a cada ano, devido às excelentes importações feitas por criadores.

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Cores da raça:

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No Brasil encontramos basicamente duas cores: o fulvo (abricot) que é uma coloração beje e suas tonalidades, e o preto. Podemos encontrar também, porém sendo raros os pugs na cor prata.

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COMPORTAMENTO
1. Com a Família:
É um cão de companhia por excelência, o Pug é alegre, carinhoso, dócil e amoroso com todas as pessoas da casa. É um pequeno cão com um grande coração. Como a maioria dos cães, tende a eleger um dono em especial e é daqueles que faz o estilo “grude”, gosta segui-lo pela casa inteira, de esperá-lo na porta do banheiro e dormir nos seus pés. Também solicita atenção e carinho. Volta e meia, se manifesta com pulinhos para ganhar um colo ou cafuné e adora aparecer com brinquedos na boca.

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2. Com cães e animais
A vida em comunidade sempre envolve risco de conflito, mas o pug, normalmente é bastante sociável e receptivo ao convívio com outros cães, ainda que do mesmo sexo, e também com a bicharada em geral, como gatos e aves. De vez em quando, pode até dar uma implicada com algum deles, mas nada que costume trazer conseqüências sérias.

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3. Com pessoas fora de casa:
O Pug também é extremamente sociável, mesmo com pessoas desconhecidas, e reage com tranqüilidade em novos ambientes. Depois de uma rápida avaliação do território, fica completamente à vontade. “Indiferente ao lugar ser estranho ou não, o Pug quer mais é “festa”
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4. Apartamento e espaços pequenos
O pug não precisa de muito espaço nem muito exercício, vive bem em um apartamento e fica satisfeito com passeios curtos.
O pug também é a companhia ideal para pessoas de hábitos sedentários e se adapta muito bem a vida em apartamento, sendo considerada uma das melhores opções para pessoas idosas (2ª colocação no ranking das melhores raças para pessoas idosas).
QUALIDADES

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1. O quanto late:
Os cachorros Pug praticamente não latem, exceto quando há algo de estranho, e por esta razão são ótimos candidatos para viverem em apartamento, porém, os cães desta raça detestam ficar sozinhos por longos períodos.
Outra característica diferenciadora é o seu latido: som emitido, muito parecido com um roncar, é intervalado por grunhidos como se o cão estivesse engasgado. No entanto, quando quer comunicar-se com alguém, o som torna-se mais agudo e longo.

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2. Destrutividade:
O cão da raça pug naturalmente são bem comportados, salvo na infância como qualquer cãozinho com suas peraltices e que quer dar suas roidinhas aqui e ali, já na fase adulta, raramente são apontados como destruidores de móveis ou objetos. São cãezinho que tem grande facilidade em aprender a fazer suas necessidades no local certo.

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3. Grau de atividade:
A maior parte do tempo o Pug prefere ficar sossegado e tranquilo, cochilando e observando o ambiente, sendo uma raça de atividade de moderada pra baixa, já que tem seus momentos diários de entusiasmo, estando sempre pronto para uma brincadeira.
O Pug tem uma respiração ofegante por natureza, devido ao seu curtíssimo focinho e também funga, resmunga e suspira, ele é um cão sujeito a hipertermia por conta destas características, devendo, assim o dono poupá-lo de grandes atividades físicas, principalmente em dias muito quentes, não sendo, assim uma raça adequada para ser parceiro nos esportes.

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Inteligência:
Espertos e observadores, os Pugs vivem surpreendendo os donos.
A grande capacidade de compreensão de linguagem é outro aspecto marcante no Pug. “Reconhece sons e palavras, relacionando-os com a rotina do dia a dia, sendo ótimos também em associar objetos à acontecimentos.
Além disso, os Pugs têm uma razoável facilidade para resolver sozinhos pequenos problemas, como encontrar objetos perdidos embaixo de móveis, chamar atenção quando está com fome e arranhar a porta para querer adentrar em certos ambientes.
Numa classificação por obediência, feita pelo estudioso canadense Stanley Coren, no livro A Inteligência dos Cães, comparando 133 raças em 79 posições, o Pug ocupa apenas o 57º lugar. Segundo Coren, essa graduação corresponde a cães “cuja capacidade de obediência e de trabalho é apenas razoável”.

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Padrão Oficial FCI e CBKC da Raça PUG

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APARÊNCIA GERAL: decididamente quadrado e maciço, deve mostrar “multum in parvo “(muita substância em um pequeno volume), o que transparece em sua forma compacta, proporcionalidade entre as partes e musculatura firme.

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CARACTERÍSTICAS: muito charme, dignidade e inteligência.

TEMPERAMENTO: comportamento equilibrado alegre e vivo.

CABEÇA E CRÂNIO: cabeça grande, arredondada, não em forma de maçã e sem sulco médio no crânio. Focinho curto, rombudo, quadrado, não projetado para cima. Rugas claramente definidas.

OLHOS: escuros, muito grandes, de forma globular, de expressão doce e alerta, brilhantes. Quando o cão está excitado, parecem cheios de fogo.

BOCA: ligeiramente prognata inferior. O maxilar inferior largo; incisivos inferiores praticamente em uma linha reta. Maxilar desviado lateralmente, dentes ou língua aparentes quando o cão estiver de boca fechada, são três defeitos muito graves.

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ORELHAS: finas, pequenas, macias como veludo. Há dois tipos : orelhas em rosa – pequena e caída, dobrada para trás exibindo a face interna, – orelha em botão – caída para frente, a ponta repousando perto do crânio para esconder o orifício e apontando em direção aos olhos. Dá-se preferência a este último tipo.

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PESCOÇO: forte, grosso, levemente arqueado para dar a idéia de uma crista, com comprimento suficiente para portar a cabeça orgulhosamente.

CORPO: curto e compacto, peito largo e com costelas bem arqueadas. Linha superior nivelada, sem arqueamento ou sela.

PÉS: nem longos como pés de lebre, nem redondos como os pés de gato; dedos separados, unhas pretas.

MEMBROS ANTERIORES: pernas muito fortes, retas, de comprimento moderado e bem colocadas sob o corpo. Ombros bem inclinados.

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MEMBROS POSTERIORES: pernas muito fortes, de comprimento moderado com boa angulação de joelho, bem colocadas sob o corpo, retas e paralelas, quando vistas por trás.

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CAUDA: enroscada. Inserção alta, enrolada sobre a anca, o mais apertado possível. Duplamente enrolada é altamente desejável.

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ANDADURA / MOVIMENTAÇÃO: vistas pela frente, as pernas devem subir e descer bem sob os ombros, pé sempre orientados, não voltados para dentro ou para fora. Por trás, o mesmo. Usando as patas dianteiras com decisão, colocando-as bem á frente e as traseiras movendo-se com liberdade e com pleno uso da articulação do joelho. Um leve “roll” do traseiro é típico da movimentação.

PELAGEM: fina, lisa, macia, curta e brilhante, nem dura nem lanosa.

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COR: prateada, abricot, castanho ou preta; cada uma delas bem definidas para fazer nítido contraste entre a cor da pelagem e o traço (faixa preta que se estende do occipital à raiz da cauda) e a máscara. Marcas claramente definidas, no focinho ou máscara e orelhas, manchas nas bochechas, o diamante na testa e o traço tão escuro quanto possível.

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TAMANHO: peso ideal entre 6,3 e 8,1 kg.

DEFEITOS: qualquer desvio em relação aos pontos indicados acima deve ser considerado como falta. A gravidade da falta deve ser avaliada em função do seu grau de afastamento.

NOTA: os machos devem ter dois testículos da aparência normal, completamente descidos na bolsa escrotal.Nas exposições caninas da CBKC/FCI ele compete no 9º Grupo- Cães de Companhia.

Saúde
Como qualquer cão, deve ser alimentado somente com ração de boa qualidade (de preferência “Super-premium”), e ter sempre água limpa e fresca à disposição. Deve-se evitar, sempre, doces, alimentos muito gordurosos e condimentados. Muitos têm tendência à obesidade, então deve-se limitar a quantidade de ração que, para os adultos, deve ser oferecida três vezes ao dia, e retirada assim que o animalzinho se satisfizer. Um pote com água limpa e fresca deve ser sempre deixado à disposição do cão. É importante lembrar: chocolate é considerado veneno para os cães, pois prejudicam o fígado.

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Olhos:
Como o Pug tem os olhos um pouco mais saltados do que a maioria das raças, está mais exposto a ferimentos, sendo necessários cuidados nas brincadeiras deles com crianças e outros animais. Também deve-se ter cuidado, mantendo suas unhas e a de outros animais aparadas, para não machucar os olhinhos. Devemos estar atentos também com plantas pontudas e espinhosas, assim como objetos pontiagudos. Limpe os olhinhos sempre com soro fisiológico, tendo o cuidado de enxugar o excesso com gaze, para que as dobrinhas não fiquem úmidas. Caso perceba muita secreção, ou algum machucado, não hesite: leve-o ao veterinário pois infecções mais graves podem até levar o seu amigo à perda da visão ou mesmo dos olhos.

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Limpeza das rugas:
Pugs precisam ter as rugas da face limpas a cada três dias. É importante que a parte interna de cada dobrinha não fique úmida, pois haverá risco de proliferação de fungos, assaduras. Utilize a Solução de Thiersch para a limpeza das rugas. Ela limpa, retirando as impurezas e deixando a área sequinha, evitando a umidade que provoca mau cheiro e maiores inflamações. Você também pode usar soro fisiológico que também vai funcionar.

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Beleza:
Escove seu Pug pelo menos uma vez por semana, para que a pelagem fiquei sempre bonita.

No banho:
No banho converse com ele, falando num tom de voz macio, para que ele entenda que o banho é necessário e que é bom para ele. Ensine-o desde filhote a tomar banho, pois ele irá gostar de banho na fase adulta e facilitará esse momento pra você.
Existem Pugs que não gostam de banho, por isso faça com que o banho não seja um evento tão desagradável. Coloque tampões de algodão nos ouvidos, para que não entre água. E no final do banho aproveite para fazer a limpeza completa dos ouvidos, que pode ser feita com cotonetes, algodão, uma solução limpadora específica para ouvido encontrada em Pet shops, ou até mesmo soro fisiológico. Muita atenção: a falta de limpeza nesta região é fonte causadora de Otite.

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CURIOSIDADES
Cachorro da raça Pug ajuda em tratamento de um Câncer Linfático

Cãozinho da raça Pug, ajuda jovem a vencer câncer linfático: Nos dias mais difíceis do tratamento, Nick, da raça pug, era a ligação da estudante com o mundo sem sofrimento.
A estudante Caroline Rachel de Oliveira faz o convite que todo cachorro adora: “Vamos passear?”. E lá vai Nick, um cãozinho da raça pug com cara de bravo. Só cara. O bicho é curioso e muito engraçado. Ele senta, deita, faz cara de triste, rola, se finge de morto, demonstra estar com fome. Tudo isso por um petisco. E tem mais: Nick ainda dá tchauzinho. Carol ensinou tudo sozinha para ele.
A história de Carol e Nick é muito bonita, mas começa de um jeito triste. Ela é filha única de um casal de médicos. A doutora Mery Gonzaga De Oliveira se lembra bem daquele Dia das Mães do ano de 2005. Foi quando chegou a notícia de que a filha estava com uma doença grave.
“Ela perguntava se eu tinha algum diagnóstico e não queria falar. Eu dizia que havia algumas suspeitas, mas que íamos esperar os resultados para ter uma certeza. Não era a minha área, estávamos dependendo de outros médicos para chegar a uma conclusão. Então, ela pediu para eu responder apenas uma coisa: ‘O tratamento para o que você imagina que eu tenha vai me fazer perder cabelo?’. Eu disse que ia. Ela assumiu bem isso. Foi muito valente”, lembra a mãe de Carol.
A família feliz, com uma vida tranquila, viu o mundo desabar do dia para a noite. Logo começaram as sessões de quimioterapia e radioterapia, que levaram um ano e meio. Mas um remédio fez toda a diferença durante o tratamento: o amor dos pais e de um amigo especial, cheio de energia e de carinho para dar. Esse amigão é Nick, que ajudou Carol a enfrentar um câncer linfático.
Naqueles dias difíceis, dolorosos, o pug era a ligação da menina com o mundo sem sofrimento.
“Isso me ajudou a superar a fase difícil da doença porque eu me entretinha, não ficava pensando em coisas ruins, como o tratamento em si. Eu pensava em como adestrar o Nick. Fiquei meio obsessiva. Pode não ser muito saudável, mas na época me ajudou muito. Na época, foi saudável porque eu estava precisando”, conta Carol.
Então, foi uma troca: nesse um ano e meio, Carol ganhou atenção exclusiva do amigo que chegou filhotinho e ele aprendeu um montão de truques com ela.
“Foi um amigo que me ajudou muito na época. Eu não podia ir para a escola porque estava com a imunidade muito baixa em virtude da quimioterapia. Então, ele me fez muita companhia. Companhia que os amigos acabaram não fazendo porque eu não podia ir para a escola, não podia ter muito contato com as pessoas, sob o risco de pegar alguma doença que atrapalharia o tratamento. Ele me fez muita companhia. Ficava comigo o tempo todo. Foi um amigo fiel, sempre abanando o rabo, disposto a aprender uma coisa que eu inventava”, diz Carol.
Nick foi mesmo um santo remédio. Quem receitou foi o doutor Vicente Odone Filho, oncologista respeitado internacionalmente e médico da menina.
“No caso específico da Carol, sentimos que ela esperava receber um cachorrinho e o surgimento da doença pôs em cheque aquela expectativa. Ela ficou doente e talvez não pudesse ter o animal. Saber que ela podia tê-lo foi uma grande alegria para ela e representou um sentido de participação, de normalidade, de atividade, da vida que ela gosta de ter. Foi absolutamente fantástico. Eu acho que isso é reproduzido em todas as crianças que vivenciam esse tipo de experiência. É algo que eu estou plenamente convencido de que só faz bem no tratamento dessas doenças tão graves”, afirma o médico.
O que o doutor não imaginava é que esses dois iam se dar tão bem! Nos momentos mais complicados do tratamento parecia até que Nick entendia o que estava acontecendo.
“Se ele a visse chorar, ficava meio apavorado. Ele é tranquilo, está sempre deitadinho. Mas quando ela chorava, ele ficava agitado e andava de um lado para o outro, preocupado, querendo fazer alguma coisa. Ele dava essa sensação. Ele olhava muito para mim e, em seguida, para ela. Dava a impressão de que ele queria que fizéssemos alguma coisa porque ela estava chorando. Ele percebia que ela não estava se sentindo bem. Era incrível como ele demonstrava isso”, conta a mãe de Carol.
“De alguma forma, eu acho que ele entendia que eu precisava dele ao meu lado, me fazendo companhia. Então, ele estava lá. Não significa que ele entendesse assim”, diz Carol.
Doutora Mary é ginecologista e admite que Nick é responsável – em grande parte – pelo bem-estar e pela cura da filha. “Ela ficava feliz, estava sempre brincando, sorrindo, criando coisas com ele. O tempo passava, e conseguíamos adiantar o tratamento, porque ela estava com uma cabecinha boa, feliz, sem depressão, sem chorar. Lógico que ela tinha que estar mal em alguns períodos quando sentia dor. Ela decaía um pouquinho, mas ele estava sempre ali”, lembra.
E assim essa história teve um final feliz. Carol, que ficou doente aos 14 anos, venceu o câncer. E Nick, com jeito “simpaticão” e fiel, conquistou para sempre um lugar na vida da família.
“Nem sei como encontrar uma palavra para descrever o Nick. Ele é perfeito para mim, sempre foi”, define Carol.
“Tenho uma dívida de gratidão imensa com ele, porque eu via que ele conseguia alegrar a minha filha. Nas piores horas, ele estava ali. É engraçado como a família toda participou disso: minha mãe, minha irmã, minhas sobrinhas. Todo mundo tem um carinho muito especial por ele. Todo mundo tem esse sentimento de gratidão por ele”, conta a mãe de Carol.

TOSA DA RAÇA
Mito: Os pelos não deixam de cair, mas diminui a quantidade da queda. Estes caem em um tamanho menor.
Fato: É possível verificar melhor feridas de pele quando tosados, feridas que você nunca tenha reparado antes.
Fato: Pug não é uma raça de tosa, ou seja, você tosando estará fugindo ao padrão.
Fato: Não se tosa cabeça, rabo e patas.
Queda de pelos:
A queda de pelos no pug é normal, porém podemos reduzi-las com algumas dicas.
Bem, se a queda for natural (troca de pelos) é aconselhável que se escove os pelos, retirando assim o “pelo morto”, diminuindo assim a quantidade de pelos pela casa, sofá, tapetes; mantendo-se também a pelagem bonita e diminuindo a quantidade de parasitas externos.
Os cães trocam a pelagem duas vezes ao ano, próximo ao inverno onde vem um pêlo mais denso e próximo ao verão onde o pêlo é mais fino.
É importante observar se com essa queda de pêlos estão ficando áreas totalmente lisas, sem pêlos, se isto estiver ocorrendo não é normal e seu cão pode estar com alguma doença de pele, procure então a orientação de um veterinário.
Importante lembrar-se que uma alimentação inadequada faz com que os pêlos fiquem sem brilho, quebradiços, fracos e caiam.
No caso dos Pugs, é importante alimentá-los com Rações Premium ou Super Premium, nestas composições estão presentes nutrientes e vitaminas de ótimas procedências, necessárias ao seu cãozinho.

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ATENÇÃO À SAÚDE

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Saibam quais são os problemas de saúde típicos do Pug e a forma de identificá-los, preveni-los e tratá-los

Dermatite
Inflamação da pele causada por bactérias, fungos, ácaros, seborréia, umidade e outros agentes. A raça é sujeita a doenças sobretudo pela presença de rugas, entre as quais a sujeira e a umidade se acumulam com facilidade.
Queda de pêlos, coceiras, vermelhidão na pele, mau cheiro e descamação no local.
Prevenção: Escovar o cão regularmente e mantê-lo seco e em ambiente limpo.
Dependendo da causa o tratamento pode ser feito com antialérgicos, antiinflamatórios e antibióticos.
Consulte sempre seu Veterinário.

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Displasia Coxofemoral.
Mau encaixe entre a cabeça do fêmur e a bacia. A doença é hereditária, mas seu aparecimento comumente se dá pela influência da fatores ambientais.
Demonstra dor, mancar com uma das pernas traseiras e fazer esforço para se levantar.
Incapacidade parcial ou total de locomoção.
Prevenção: Evitar obesidade, trancos, sobrecarga de exercícios e manutenção do cão em pisos escorregadios. Afastar da procriação exemplares que têm o mal em grau inadequado à reprodução.
Tratamento:
Com analgésicos, antiinflamatórios e, em certos casos, cirurgia.
Consulte sempre seu Veterinário.

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Dry Eye
Diminuição da produção de lágrimas e conseqüente ressecamento dos olhos
Secreção ocular densa, olhos avermelhados e sem brilho.
Conjuntivite, lesão na córnea, cegueira e até perda dos olhos.
Tratamento:
Com lubrificantes oculares, medicamentos que estimulam a produção de lágrimas e esteróides tópicos.
Consulte sempre seu Veterinário

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Hipertermia.
Super aquecimento da temperatura corporal. O Pug é vulnerável ao mal devido às vias aéreas superiores curtas, que prejudicam a respiração e transpiração.
Respiração ofegante, dificuldade de respirar, prostração e taquicardia.
Prevenção:
Deixar o cão com acesso à sombra e à água fresca, não mantê-lo sob sol forte, nem em ambientes quentes, como o interior de veículos.
Tratamento:
Resfriar o cão, molhando-o com toalhas umedecidas em água fria ou ventilando-o.

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Otite
Inflamação do ouvido causada pela proliferação de ácaros, fungos ou bactérias.
Mau cheiro, febre, apatia e coceira local. O cão também pode chacoalhar a cabeça.
Dor, irritabilidade e , em casos graves, surdez.
Prevenção:
Evitar que entre água nos ouvidos e limpá-los periodicamente.
Tratamento:
Conforme o caso, com antibióticos, antimicóticos ou sarnicidas.

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Encefalite do Cão Pug

Doença provavelmente de origem genética que afeta o sistema nervoso central, causando necrose e inflamação das substancias cinza e branca do encéfalo (parte do cérebro).
Convulsões, letargia, depressão, cegueira e andar em círculos.
Prevenção:
Afastar os portadores da procriação.
Tratamento:
O tratamento é apenas sintomático e à base de anticonvulsivos.

 

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Úlcera de Córnea.
Perfuração da camada da córnea por agentes traumáticos, físicos ou químicos. O Pug é particularmente sujeito em razão de seus olhos serem grandes e proeminentes.
Esclerótica (parte branca dos olhos) avermelhada e lacrimejamento constante
Prevenção:
Limpar periodicamente os olhos, manter o cão com as unhas curtas e em ambiente desprovido de objetos pontudos ou que possam atingir a região ocular.
Tratamento:
Com antiinflamatórios não esteróides, antibióticos e cicatrizantes locais

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PUG E FAMOSOS
Difícil resistir ao encantamento produzido pelo Pug. Nem mesmo o padrão oficial da raça escapou à paixão que ele provoca. Basta ler um trecho daquele documento e sentir o poder de sedução desse conquistador. “Sua expressão é doce e alerta quando excitado, os olhos parecem cheios de fogo”, descreveram os ingleses que elaboraram o texto, deixando transparecer a intensidade de seus sentimentos.

1. Jorge amado

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2. Max Porto ( BBB9)

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3. Paris Hilton

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4. Jessica Alba

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5. George Clooney

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6. Rafinha Bastos

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7. Xuxa

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8. Clodovil

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Hoje para matar a curiosidade de muitos leitores vamos lembrar o nome de alguns filmes em que o Pug aparece com destaque

 

1. MiB Homens de Preto

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2. Um hotel bom pra cachorro

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3. Eloise no plaza

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4. Milo and Otis

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DESENHOS

1. Pokahontas

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Tatuagens
Existem muitas tatuagens de pug na internet, para todos os gostos, por isso decidi mostrá-las aqui. Entendo que são pessoas que amam muito seus pugs e desejam fazer uma homenagem a eles.
Veja se você gosta de alguma, quem sabe até faz uma?

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Objetos
1. Pelúcia

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2. Bolsa

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3. Caneca

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4. Camiseta

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5. Adesivos

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6. Quadros

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PUGS EM REVISTAS

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Livros Pug

1. PUG MUGS

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2. Pugs For Dummies

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Currently ranked as the fifteenth most popular breed in the United States, the Pug is one of the most endearing and loyal toy breed dogs. Their roly-poly shape, big googly eyes, and wrinkles cause many people to fall in love with them at first sight. But just because they look all cute and cuddly isn’t a good enough reason to run out and get one. Now, there’s a book that will help you decide if owning a Pug is right for you.

3. Pugs (Complete Pet Owner’s Manual)
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4. Pug’s Hugs (Dr. Maggie’s Phonics Readers Series; a New View, 5)

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